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quinta-feira, 20 de março de 2014

Como atender ligações por gestos sem tocar em seu celular



O sensor de proximidade presente em smartphones Android pode ser usado por vários aplicativos. Então que tal aprender a atender ou a rejeitar ligações sem mesmo tocar sobre canto algum do aparelho? Neste breve e objetivo tutorial, você vai descobrir como fazer seu dispositivo funcionar de modo ainda mais eficaz.

E, além de responder ou rejeitar chamadas a partir de um simples gesto, o aplicativo em xeque é capaz também de enviar breves mensagens se você, por algum motivo, não puder atender a uma ou outra ligação. Veja como é fácil instalar o app em seu mobile:

Atenção: Air Call-Aceept requer Android 1.5 ou superior.

Passo 1: Download e instalação

Baixe o app Air Call-Accept diretamente da PlayStore e instale-o normalmente em seu aparelho. Se você está lendo este tutorial por meio de seu smartphone, clique então sobre o botão “Baixar” inserido abaixo.Android: como atender ligações por gestos sem tocar em seu celular

Download

Passo 2: Configuração

Concluído seu download, clique sobre o botão “Accept” e concorde com os termos de privacidade do aplicativo; comece então a configurar seu aplicativo. Na primeira tela, a seguinte mensagem será exibida: “Swipe your hands over proximity sensor to answer call, or pick up phone close your ear to answer”.

Android: como atender ligações por gestos sem tocar em seu celular

Esta breve descrição resume o que seu novo aplicativo poderá fazer: aproxime sua mão ao sensor de proximidade para responder a chamadas. Se o aparelho for colocado próximo à orelha, atender a ligações sem mesmo encostar no telefone será também possível. Para ativar essa eficaz função, deixe o botão “ON” ativado – arraste-o para a esquerda se você deseja desativar o recurso (“OFF”).

Atender ou recusar ligações?

Ao clicar sobre o ícone que se parece com uma engrenagem, as configurações de Air Call-Accept poderão ser ajustadas. Note que serão duas as primeiras opções exibidas: clique sobre “Answer all calls” se você tiver por objetivo atender todas as ligações por meio de gestos; toque sobre o botão “Reject all calls” se rejeitar chamadas for a sua vontade.

Android: como atender ligações por gestos sem tocar em seu celular



Para atender as ligações por meio do viva voz, basta ativar a função “Speaker”. Mas e se não responder às ligações for a opção selecionada ("Reject all calls")? Você poderá então enviar SMSs breves por meio do aplicativo. Para isso, selecione o campo “Reject all calls”, clique em “Send SMS” e, ao tocar sobre a mensagem “I’m busy now”, digite o que deverá ser enviado automaticamente a quem fez a chamada. Finalize o processo todo em “OK”.

Fonte: TecMundo

O que são threads em um processador?


Se você está lendo este artigo, é porque deve ter conhecimentos básicos para acessar a internet e navegar até o Tecmundo. Além disso, suas noções sobre informática devem comportar certas informações sobre o funcionamento básico de um computador.

Claro, você já ouviu falar em processador, conhece marcas como Intel e AMD, tem ideia de que a CPU faz cálculos, de que ela conta com núcleos e, possivelmente, sabe muito mais do que tudo isso. No entanto, existem coisas que nem sempre são esclarecidas, como é o caso de alguns termos americanos que aparecem quando falamos sobre os processadores.
Processador com suporte para executar múltiplas threads
Uma das palavras mais misteriosas nesse sentido é a “thread”. No que se refere a hardware, essa palavra apareceu no Brasil quando surgiram os primeiros modelos de processador com múltiplos núcleos. A princípio era fácil compreender que um dual-core tinha dois núcleos.

Entretanto, com a evolução das arquiteturas nas CPUs, surgiu o suporte para múltiplos threads (multithreading). E é aí que muitas pessoas se perguntaram o que realmente mudava. Afinal, o que é essa palavra? Faz diferença um processador trabalhar com o dobro de threads? Isso é o que vamos explicar agora!

A execução de um programa

Antes de falarmos exatamente sobre as threads, precisamos entender como os processadores e os sistemas operacionais trabalham com os aplicativos. Basicamente, a execução de um programa dá-se, em um primeiro instante, em uma ação do sistema operacional. Quando o usuário abre um aplicativo, o sistema operacional interpreta a ação e requisita que os arquivos relacionados a esse software sejam executados.

Claro que qualquer atividade do sistema operacional está sujeita à operação do processador. Todavia, antes que um programa esteja aberto e realmente requisite o trabalho em massa da CPU, ele é apenas carregado na memória RAM, o que não exige uma atividade do processador.

Processos e threads

Ao efetuar o carregamento de um programa, o sistema operacional trabalha com processos. Cada software possui um processo (alguns utilizam árvores de processos), cada qual com respectivas instruções para o processador saber como proceder na hora de efetuar os cálculos.

Os processos e as threads

Os chamados “processos” são módulos executáveis, os quais contêm linhas de código para que a execução do programa seja realizada apropriadamente. Isso quer dizer que o processo é uma lista de instruções, a qual informa ao processador que passos devem ser executados e em quais momentos isso acontece.

Os processadores trabalham muito bem com os processos, mas a execução de muitos processos simultaneamente acarreta na lentidão da CPU. Isso ocorre porque, mesmo um processador tendo dois ou mais núcleos, existe um limite para ele.

Uma CPU com dois núcleos, por exemplo, pode trabalhar com dois processos simultaneamente. No entanto, se você pressionar as teclas “Ctrl + Shift + Esc”, vai verificar que o sistema operacional trabalha com dezenas de processos ao mesmo tempo. No entanto, tudo parece rodar perfeitamente na sua tela.

Processos em execução

Explicar isso é bem simples. Suponha que estamos tratando de uma CPU com dois núcleos. Em teoria, ela é capaz de executar dois programas ao mesmo tempo. Contudo, você está com seis programas abertos e todos respondendo em tempo real.

O processador consegue trabalhar com todos os aplicativos e apresentar resultados satisfatórios devido à velocidade de processamento. Sendo assim, “parece” que os processos são executados simultaneamente.

A princípio, a presença de múltiplos núcleos era suficiente para a maioria dos usuários. Todavia, a evolução dos softwares e dos componentes de hardware requisitou uma divisão ainda melhor das tarefas. As linhas de instruções dos processos adquiriram características únicas, que possibilitaram separá-las para execuções em diferentes núcleos.

Cada processo com suas threads

Essas linhas de instruções ficaram conhecidas como threads, mas muita gente preferiu traduzir a palavra “thread” para tarefa. A questão é que o nome em si não faz diferença, visto que, de certa maneira, uma linha de instrução é uma tarefa que o processador deverá realizar. Entretanto, algumas coisas mudaram no processador.

As threads nos processadores

Enfim, chegamos ao ponto que interessa. Como já vimos, a thread é uma divisão do processo principal de um programa. Todavia, nem todos os processos são divididos em múltiplas threads, assim como nem todos os processadores são capazes de trabalhar “tranquilamente” com uma enormidade de threads.

Os mais recentes processadores vêm com especificações quanto aos núcleos e às threads. E como saber o que exatamente isso significa? Vamos tomar como exemplo o processador Intel Core i7 2600. Verificando no site da fabricante, temos a informação de que esse modelo vem com quatro núcleos e tem suporte para trabalhar com até oito threads.

Threads no Intel Core i7 2600

Isso quer dizer que essa CPU pode trabalhar com quatro processos indivisíveis simultaneamente (um em cada núcleo) ou com até oito linhas de execução (threads) — as quais podem ou não ser de um mesmo processo. Saber como cada aplicativo é executado dentro do processador não é tão simples, mas o que importa é ter noção de que existem aplicativos que serão executados de uma maneira mais satisfatória nas CPUs mais novas.

Vale ressaltar que não é garantido que um processador multithread sempre apresente maior desempenho. Contudo, a chance de aumento na eficiência é grande, pois, tendo suporte para trabalhar com múltiplas threads, é mais provável que a CPU execute mais programas ao mesmo tempo.

E a evolução continua

Agora que você já sabe os conceitos básicos sobre o que é uma thread e como ela influencia no desempenho do computador, talvez fique fácil compreender como serão os próximos processadores, que deverão vir com mais núcleos e com suporte para a execução de mais threads.

Fonte: TecMundo

sexta-feira, 7 de março de 2014

Conheça o Nokia X, o primeiro smartphone da empresa com Android

Nokia com Android

Um smartphone um sistema Android que se parece com o Windows Phone, mas não é? O novo Nokia X é um aparelho um pouco confuso: ele roda uma versão modificada do sistema do Google, que usa apenas parte de seu código e conta com uma personalização feita pela fabricante para deixar a interface semelhante à do sistema móvel da Microsoft.

Design

O design exala a essência da Nokia, com a familiar escolha das cores verde e vermelho brilhantes, amarelo, preto e branco. Ele tem um formato que encaixa bem na mão e não é muito grande, com 115.5 por 63 por 10.4mm. O acabamento fosco da carcaça do aparelho é agradável de ver e sentir.


Características

Curiosamente, o armazenamento do aparelho está ligado à nuvem da Microsoft, e não à do Google. Sendo assim, você não terá acesso à Google Play, a loja de aplicativos do gigante das buscas. Em vez disso, você será levado para uma área com conteúdos selecionados pela Nokia.

No entanto, vale mencionar que o aparelho é compatível com cerca de 75% dos aplicativos desenvolvidos para o Android.

O smartphone não tem muitas características marcantes e conta com uma câmera de apenas 3 MP.

Tela

A tela de quatro polegadas parece pequena quando comparada com a maioria dos displays de smartphones concorrentes, mas isso, ao menos, mantém as dimensões do aparelho mais reduzidas. A presença do IPS significa que os ângulos de visão são bem decentes, embora a resolução de 800 por 400p seja muito baixa.


Desempenho

O Nokia X conta com processador Qualcomm Snapdragon 8225 dual core, com velocidade máxima de 1GHz e memória RAM de 512MB. O aparelho usado nos testes do T3 apresentou alguns engasgos ao se conectar à loja de aplicativos, possivelmente devido à conexão congestionada usada no hands on.

Configuração

O Nokia X conta com processador Qualcomm Snapdragon 8225 dual core, com velocidade máxima de 1GHz e memória RAM de 512MB. O aparelho usado nos testes do T3 apresentou alguns engasgos ao se conectar à loja de aplicativos, possivelmente devido à conexão congestionada usada no hands on.

Fonte: Info

Skate voador de ‘De Volta Para O Futuro 2′ era falso, mas levitação quântica já existe

hoverboard

O Hoverboard, o skate voador do filme “De Volta Para O  Futuro 2″ (1989), ainda não foi lançado, apesar de um vídeo falso divulgado nesta semana informar o contrário. Nele, Christopher Loyd (o Dr. Emmett Brown), o skatista Tony Hawk e o cantor Moby aparecem elogiando a suposta criação do produto. No entanto, a tecnologia de levitação quântica, que seria a responsável por fazer o skate literalmente flutuar, já existe há alguns anos.

O conceito foi demonstrado por um grupo de estudantes da Escola de Física e Astronomia da Universidade de Tel-Aviv, de Israel, em 2011. A tecnologia aplica o chamado efeito Meissner, que consistente na expulsão do campo magnético de um supercondutor — e que foi descoberto em 1933.

Mais do que ficar “voando” no espaço, o objeto fica fixo no ar, podendo ser ajustado como a pessoa quiser. O disco que aparece levitando é formado por finíssimas camadas de cristais de safira cobertas com um supercondutor e películas de ouro. Todos esses componentes foram revestidos por plástico e mergulhados em nitrogênio líquido.





Criando uma espécie de suporte invisível, um campo magnético penetra no supercondutor como um fluxo de tubos quânticos (áreas em que o campo magnético passa através do material), que se prendem ao disco. Ou seja, toda a movimentação acontece de acordo com o magnetismo do campo magnético.


Dada a complexidade de itens necessários para realizar a levitação quântica, é pouco provável que ela se torne algo comercial nos próximos anos — então parece mesmo que o Robert Zemeckis, diretor da trilogia “De Volta Para O Futuro” se enganou ao prever que isso aconteceria em 2015.

Você pode saber mais sobre a levitação quântica neste vídeo explicativo sobre o processo, publicado pelo internauta identificado como Diego.



Fonte: Info

Review: Android NewLink para TV 101

Avaliação

Como avaliaram














O adaptador Android NewLink é um aparelho que leva o sistema móvel do Google para a sua TV ou monitor. Uma vez conectado na entrada HDMI e também ligado em uma porta USB ou em uma tomada, o acessório já inicializa automaticamente o sistema na sua televisão. Essencialmente, o que ele faz é transformar o seu televisor comum em uma espécie de smart TV.

Com esse dispositivo, é possível dar funções inteligentes para a sua TV, como rodar aplicativos como Netflix, YouTube e os demais disponíveis na Google Play. No entanto, há uma limitação em termos de hardware: a configuração do dispositivo é semelhante à de um smartphone de entrada, portanto, aplicativos pesados, como jogos, serão executados com certa lentidão. Vale ressaltar que não é possível fazer ligações por meio desse aparelho.

O aparelho tem memória RAM de 512 MB, armazenamento de 4 GB, expansível via microSD e processador RK2928 Cortex-A9 com velocidade máxima de 1,2 GHz. Ele é relativamente pequeno, com as seguintes dimensões: 8,2 x 2,65 x 1,38 cm (LxAxP).

A tela inicial do aparelho é bastante simples e intuitiva, com quatro ícones: configuração - para configurar o aparelho; navegador - navegação na web; Explorer – que serve para visualizar pastas do cartão microSD e também da memória interna do aparelho; e o chamado eHomeMediaCenter, que permite a navegação pelos servidores de mídia da rede Wi-Fi ou do próprio aparelho. Há também um relógio de ponteiro e um fundo interativo já configurado. O sistema Android é do aparelho da Newlink roda Android Jelly Bean 4.2.2.

Quem pode usar?

Desde que a sua TV ou monitor tenha porta HDMI, é possível usar o dispositivo da Newlink. Se não houver uma saída USB no seu televisor, é importante lembrar que o acessório pode ser alimentado por energia elétrica, em uma tomada. É um bom produto para tornar mais inteligente a sua TV que não tem acesso nativo a aplicativos de transmissão de vídeos, por exemplo.

Para usar o produto, é necessário contar com teclado e mouse USB (não inclusos no pacote), já que todos os controles são feitos por meio deles. A ideia é que o aparelho fique ligado na tomada e seja mouse e teclado sejam conectados a um hub USB. O teclado, entretanto, vem configurado no padrão americano. Mas o aparelho reconheceu um adaptador para teclado e mouse sem fios (2,4GHz). É o primeiro do gênero que passa pelo INFOlab a ter este recurso.

Também é possível controlar algumas funções do dispositivo com um aplicativo para Android chamado Smart Phone Remote, oferecido gratuitamente na Google Play.Não há versão do app para iOS.

Formatos compatíveis

O adaptador Android Newlink reconheceu os seguintes formatos de vídeo:  DivX, MKV, MPEG4, RMVB em 720p e MOV em 1080p. Infelizmente o reprodutor padrão do aparelho não carregou legendas embutidas, elas precisam estar de fato inseridas nos vídeos. Já para músicas, a compatibilidade é com MP3, WAV, FLAC, AAC, MIDI, OGG e AGR. Vale lembrar que a compatibilidade de mídia pode ser estendida se você instalar outro reprodutor, como o VLC.

Existe também uma barra com os principais ícones: voltar, home, aplicativos executados no momento, volume, desligar e por último um botão que minimiza esta própria barra.

Nas configurações uma opção chamada HDMI e é através dela que determinamos o zoom da tela como um todo. Se achar que a tela está muito próxima, então apenas diminua o zoom.

Considerações Finais

O Adaptador Android USB é um aparelho voltado para quem quer rodar o sistema móvel do Google em uma tela grande para jogar games ou para tornar a sua TV mais inteligente. No entanto, ela exige alguns conhecimentos específicos para um uso realmente satisfatório, como ligar um controle USB para jogar games no aparelho — atividade que requer a instalação de um driver específico do produto, bem como a configuração dos botões, já que a interface do Android é otimizada para telas sensíveis ao toque.

Entretanto, o valor do produto é mais baixo do que o do console Oyua, que também roda Android na TV, e que a central de mídia da Gradiente. Sendo assim, quem estiver disposto a configurar o aparelho da Newlink de uma forma agradável pode ver o produto como uma boa opção de compra.

Fonte: Info

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Saiba como suas impressões digitais são "lidas" pelo aparelho iPhone 5S

iPhone 5S: saiba como suas impressões digitais são

O leitor de digitais do iPhone 5S precisa de um dedo vivo para funcionar. E a probabilidade de existência de uma digital semelhante à do dono do aparelho é de 1 em 50 mil – vale dizer que a chance de adivinhação de uma sequência numérica de quatro dígitos como senha é de 1 em 10 mil. Em suma, a Apple parece ter optado de fato por aprimorar os esquemas de segurança em um de seus mais encorpados smartphones (veja mais aqui).

Mas o que acontece com as imagens das impressões digitais depois de lidas? O sensor Touch ID do iPhone 5S possui definição de 500 ppi, o que permite a leitura de impressões digitais em 360º. E fique tranquilo: apesar de ser possível cadastrar mais de uma assinatura para o desbloqueio do aparelho, todos os dados biométricos ficam armazenados de forma criptografada em um determinado espaço de segurança do chip A7. De acordo com a Apple, nem mesmo o iCloud é capaz de acessar essas informações. Além disso, dado algum é enviado de forma remota a servidores.

Segurança

Existe ainda um tipo de sistema responsável por mediar a relação entre identificação biométrica e dado hospedado pela sessão de segurança do A7, conforme explica a própria criadora do aparelho. “Os dados de impressão digital são encriptografados e protegidos por uma chave disponível apenas ao Secure Enclave, que usa essas informações somente para verificar se sua digital corresponde à impressão cadastrada. O Secure Enclave é isolado do restante do A7 e de todo o resto do iOS. Além disso, sua impressão digital nunca é acessada por aplicativos ou pelo iOS”.

As chances de violação ao iPhone 5S por meio da inserção de impressão digital alheia é mínima, afirmam também especialistas em segurança ouvidos pela Apple. Travar o mobile em uma eventual situação de roubo, por exemplo, é outra das medidas de segurança desenvolvidas pela empresa.

“Se o seu iPhone for roubado, é possível desativar o uso do Touch ID para destravar o aparelho com o modo Los Mode de Find My Phone”, pode-se ler na página de suporte da Maçã. Informações detalhadas quanto à forma de funcionamento do leitor de digitais do iPhone 5S podem ser conferidas aqui (em um PDF atualizado, em inglês).

Fonte: TecMundo